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Plataforma · Segurança e implantação

Quem entra, o que pode fazer e o que fica registrado.

Segurança aqui não é um selo no rodapé. É cada pessoa entrando com a própria conta, usando só as funções que o papel dela permite, uma decisão humana antes de uma ação de risco e um registro de quem fez o quê. Esta página explica esses controles em linguagem de trabalho, separa o que é hospedado pela Skyller do que muda quando a empresa contrata infraestrutura própria e liga cada compromisso ao documento que o sustenta.

Ver como funciona
Skyller · Trilha de atividade

Trilha de atividade

Documentos
HorárioPessoaAção
09:42CarlaDocumento publicado

Demonstração · dados ilustrativos

QUATRO PERFIS DE ACESSO

administrador, gestor de agentes, operador e visualizador; revisar e aprovar documentos são responsabilidades à parte

FUNÇÃO POR FUNÇÃO

de um sistema com dezenas de funções, o time recebe só as que o trabalho exige

PARA ANTES DE AGIR

função de risco alto ou crítico espera a decisão de uma pessoa

QUEM, O QUÊ, QUANDO E DE ONDE

trilha de atividade da empresa, com endereço de origem e navegador

Onde isso aparece no seu dia

As perguntas que ninguém sabe responder sobre a IA da empresa.

Elas costumam aparecer depois do susto: alguém saiu, alguém apagou, alguém precisa provar o que aconteceu. Na Skyller, cada uma tem uma resposta que dá para mostrar na tela.

RH e TI

“Ele saiu na sexta. A IA dele saiu junto?”

O ex-colaborador levava no celular a conta de IA que usava para o trabalho, com as conexões e as chaves que ele mesmo criou. Ninguém lembrou de desligar porque não havia onde desligar.

Acesso segue o diretório e a revogação

Operações

“A IA pode apagar isso sozinha?”

Um agente com acesso ao sistema é útil até o dia em que executa a instrução errada. A pergunta do gestor não é se a IA erra: é se ela pode errar sem ninguém aprovar.

Ação de risco espera uma pessoa

Compliance

“Quem viu, quem mudou, quem aprovou?”

A auditoria pediu para reconstruir uma decisão de três meses atrás. Sem registro, sobra a memória das pessoas e a resposta “acho que foi assim”.

Trilha filtrável por pessoa e recurso

Como funciona

Do login à ação, cinco controles em sequência.

Nenhum deles exige que a pessoa entenda de segurança. Ela entra, trabalha e pede; a empresa decide, antes, até onde cada pedido vai.

  1. 01

    Identidade

    Cada pessoa entra com a própria conta: o login da rede da empresa (Active Directory), o login único corporativo, Google ou Microsoft, ou uma conta da Skyller com verificação em duas etapas. Não existe conta compartilhada nem chave mestra.

  2. 02

    Papel

    Quatro perfis definem o que a pessoa pode fazer na plataforma. Revisar e aprovar documentos são responsabilidades atribuídas à parte, e ser administrador não dá o poder de aprovar.

  3. 03

    Função por função

    A empresa conecta um sistema uma vez e libera só as funções necessárias, por pessoa ou por grupo. A mesma pergunta pode executar para quem tem o papel e só consultar para quem não tem.

  4. 04

    Aprovação conforme o risco

    Cada função tem um nível de risco. As de risco alto ou crítico param e pedem a decisão de uma pessoa: no chat, na caixa de aprovações ou no canal da equipe. A aprovação vale para aquela ação e aquela empresa; não pode ser reaproveitada.

  5. 05

    Registro

    Quem fez, o quê, quando e de onde ficam na trilha de atividade da empresa, por tipo de recurso: conexões, aprovações, documentos, membros, login. O histórico de entradas, inclusive senha errada, vem do provedor de identidade.

Skyller · Acesso ao workspace Atendimento

Acesso ao workspace Atendimento

Grupo Atendimento
Ação no recursoPermissão
Consultar documentosPermitida
Editar conteúdoPermitida

Demonstração · dados ilustrativos

Prova ao vivo

A mesma frase, duas pessoas, dois resultados.

É o que separa controle de promessa: a permissão vale para a pessoa que pediu, não só para o agente. E a ação de risco não sai sem alguém apertar Aprovar.

  1. Duas pessoas pedem

    “Registra a baixa do pagamento do pedido 4471.” Ana, do Financeiro, e Bruno, do Comercial, mandam a mesma frase para o mesmo agente.

  2. O que acontece

    1. 01A Skyller identifica a função do sistema conectado e confere se quem pediu pode usá-la: a liberação é por função e por pessoa.
    2. 02Para Ana, a função está liberada e é classificada como de risco. Em vez de executar, a Skyller abre o cartão de aprovação e espera.
    3. 03Para Bruno, a função não está no papel dele. A Skyller consulta o pedido, não registra a baixa e diz isso na conversa.
  3. Resultado

    Duas decisões diferentes a partir da mesma frase, e as duas na trilha: quem pediu, o que estava liberado, quem aprovou, quando e de onde.

O que esta cena não promete

  • A liberação por função depende de o sistema estar conectado por uma ponte que exponha as funções separadamente; sem ela, a Skyller consulta e escreve, não executa.
  • O nível de risco vem da classificação de cada função. A empresa pode exigir confirmação em mais funções e travar essa exigência; a pessoa só dispensa a confirmação onde a empresa não travou.
  • Aprovar pelo Slack ou pelo Telegram depende de a conexão do canal estar contratada e configurada; sem ela, a decisão acontece no chat ou na caixa de aprovações.

Onde cada coisa acontece

SaaS operado pela Skyller como padrão. Infraestrutura própria como projeto.

Duas modalidades, sem promessa genérica: o que fica com a Skyller, o que fica com a empresa e o que continua fora nas duas. Instalar a aplicação num servidor não faz os modelos de IA e os sistemas conectados rodarem ali.

Modalidades de implantação

Padrão de todos os planos

SaaS hospedado e operado pela Skyller

A empresa entra, cria hubs e convida as pessoas. Aplicação, banco de dados, índice de documentos e arquivos ficam em infraestrutura operada pela Skyller, com uma organização separada por empresa e isolamento aplicado no próprio banco.

Compromissos de tratamento, prestadores e eliminação estão no DPA e no Centro de Confiança.

Enterprise · por projeto e contrato

Infraestrutura controlada pelo cliente

A plataforma é implantada na nuvem própria ou no ambiente local do cliente, com implantação conduzida pela Skyller. Não é um plano de prateleira nem um instalador para baixar: é uma proposta Enterprise, dimensionada com a TI da empresa.

O alcance do que roda dentro do ambiente é definido no projeto, componente por componente.

Operação integralmente local, com modelos de IA, armazenamento e conexões dentro do ambiente do cliente, só é descrita assim quando cada uma dessas peças for local e isso constar do projeto e do contrato. Não se deduz do nome Enterprise nem do lugar de um servidor.

Quadro de localização e processamento

Componente por componente, nas duas modalidades.

Quadro de localização e processamento · Componente por componente, nas duas modalidades.
Aplicação e banco de dadosSaaS operado pela SkyllerInfraestrutura operada pela Skyller. Uma organização por empresa; o banco recusa linha de outra empresa mesmo para o dono da tabela.Enterprise em infraestrutura do clienteNa nuvem própria ou no ambiente local do cliente, conforme o projeto.
Documentos e índice de buscaSaaS operado pela SkyllerArquivos e índice separados por empresa, na infraestrutura da Skyller. Versões anteriores dos documentos são preservadas.Enterprise em infraestrutura do clienteNo ambiente definido no projeto, com o mesmo isolamento por empresa.
Resposta de IA por modelos externosSaaS operado pela SkyllerPrompts, contexto e arquivos vão aos provedores de modelo necessários à resposta, listados nos serviços integrados. Sem uso para treino, inclusive na rota de contingência.Enterprise em infraestrutura do clienteOs mesmos provedores por API, salvo projeto que os substitua por modelos locais definidos e comprovados.
Modelos que rodam em servidores da SkyllerSaaS operado pela SkyllerEntender documentos, ler página escaneada, transcrever áudio, reordenar buscas, refinar memória e escolher ferramentas rodam em servidores operados pela Skyller. Em contingência, podem usar os provedores da lista de serviços integrados.Enterprise em infraestrutura do clienteExigem placas de vídeo no ambiente do cliente; dimensionados no projeto.
Sistemas conectados (ERP, CRM, sistema próprio)SaaS operado pela SkyllerFicam onde já estão. A Skyller chama só as funções liberadas, com a credencial autorizada para aquela pessoa.Enterprise em infraestrutura do clienteIgual; a ponte para sistemas internos pode ficar dentro da rede do cliente.
Canais (Slack, Telegram, WhatsApp)SaaS operado pela SkyllerServiço do fornecedor do canal, contratado como conexão adicional. A mensagem passa pela infraestrutura do canal.Enterprise em infraestrutura do clienteIgual; o fornecedor do canal continua externo ao ambiente.
Pesquisa na web pelas ferramentasSaaS operado pela SkyllerServiços externos de pesquisa e leitura de páginas, listados nos serviços integrados; usados só quando a ferramenta é acionada.Enterprise em infraestrutura do clienteIgual; continuam externos ao ambiente.
Login e identidadeSaaS operado pela SkyllerProvedor de identidade operado pela Skyller. O diretório da empresa continua na empresa e manda na senha.Enterprise em infraestrutura do clienteDefinido no projeto; o diretório do cliente segue sendo a fonte.

Requisitos de servidor para Enterprise são informados por projeto: capacidade de placas de vídeo para os modelos locais, memória, armazenamento, usuários simultâneos e volume de documentos. Não existe um número único válido para toda empresa, e não existe um plano on-premise de prateleira.

Aplicação real

Um desligamento, do diretório à trilha.

O caso que mais aparece em avaliação de segurança: alguém sai da empresa numa sexta-feira. O que a Skyller faz, o que a empresa decide e o que fica registrado.

  1. 01RH

    Desliga a pessoa no Active Directory às 17h, como faz com qualquer outro sistema da empresa.

  2. 02Skyller

    A pessoa não consegue mais entrar com o login da rede. O acesso que estava aberto vale até o limite da sessão, medido em horas, e depois morre.

  3. 03Administrador

    Revoga o acesso da pessoa em Membros. A Skyller encerra as sessões, retira o assento, revoga as chaves de API e as credenciais pessoais de sistemas conectados e desliga os conectores pessoais dela.

  4. 04Skyller

    Registra cada uma dessas decisões na trilha de atividade: quem revogou, o quê, quando e de onde.

  5. 05Auditoria

    Três meses depois, filtra a trilha pela pessoa e pelo tipo de recurso e reconstrói a sequência sem depender da memória de ninguém.

Vem pronto

  • Quatro perfis de acesso, responsabilidades de revisar e aprovar, grupos
  • Cartão de aprovação no chat, caixa de aprovações e assinatura ligada à ação
  • Trilha de atividade com endereço de origem e navegador
  • Credenciais cifradas e revogação em cadeia no desligamento

A empresa decide

  • Como as pessoas entram: diretório da empresa, login único, Google ou Microsoft, ou conta com verificação em duas etapas
  • Quais funções de cada sistema ficam liberadas, para quais pessoas e grupos
  • Quais funções pedem confirmação além do risco alto, e se a pessoa pode dispensar
  • O modo de governança dos documentos e quem revisa e aprova

Para a sua equipe de TI

O que a TI vai perguntar, com a resposta e o limite.

Selecione um tema para ver os recursos, as condições e os limites.

Login único da empresa
SAML ou OIDC, vinculado a um domínio da empresa verificado por registro no DNS. Um relatório de assentos compara quem está no provedor com quem tem acesso na Skyller: assento faltando, assento órfão ou papel divergente. Disponível a partir do plano Corporate.
Active Directory da empresa
Federação direta com o diretório, em modo somente leitura: a Skyller não edita nem apaga usuário federado e sincroniza o perfil periodicamente. Quem manda na senha é o diretório. Desligou lá, a pessoa não entra mais; um acesso já aberto expira dentro do limite da sessão, medido em horas, e o administrador pode encerrá-lo antes.
Duas etapas e tentativas de senha
Verificação em duas etapas por aplicativo autenticador, ativada pela própria pessoa ou exigida pelo administrador para um membro. Tentativas repetidas de senha errada bloqueiam a conta temporariamente.
Sessões e histórico de entradas
Cada pessoa vê onde a conta está conectada e encerra o acesso que não reconhece. O histórico de entradas, inclusive tentativa com senha errada, vem do provedor de identidade, que é quem enxerga esses eventos.

Perguntas de quem vai decidir

O que costuma travar a avaliação de segurança.

Próximo passo

Traga o questionário de segurança da sua empresa.

Teste grátis com a sua equipe e veja perfis, aprovação e trilha funcionando com dados de teste. Ou agende uma demonstração: o time responde às perguntas da sua TI com o produto na tela e o DPA na mesa.