Soluções · Departamentos · TI
A IA entra na empresa por onde a TI mandar.
Na Skyller, a TI decide o que entra: publica o conhecimento que responde sozinho, conecta o sistema liberando função por função para cada equipe, define o que para e espera uma pessoa, e consulta depois o registro das ações.
- Permissões por grupo
- Acesso de quem pediu
- Aprovação humana
- Trilha de atividade
Acesso ao workspace Atendimento
Grupo Atendimento| Ação no recurso | Permissão |
|---|---|
| Consultar documentos | Permitida |
| Editar conteúdo | Permitida |
Demonstração · dados ilustrativos
Quem trabalha aqui
Do suporte à gestão do ambiente.
Menos chamados repetidos
Como é hoje
Responde as mesmas dez perguntas por semana — senha, acesso, impressora, VPN — e o runbook fica numa pasta que só a TI abre.
Com a Skyller
O runbook publicado responde direto a quem perguntou, com o link; o chamado que sobra é o que precisa de gente.
Acesso por função
Como é hoje
Recebe o pedido de “liberar a IA para o time” sem ter como dizer sim só para uma parte do sistema.
Com a Skyller
Conecta o sistema e libera função por função, por grupo; o que não foi liberado não aparece para quem não pode usar.
Atividade registrada
Como é hoje
Sabe que a equipe usa IA por fora, com dado da empresa, e não tem registro disso.
Com a Skyller
Uso dentro da empresa, com identidade corporativa, aprovação para ação sensível e as ações registradas.
Conexão com seus sistemas
Como é hoje
Escreve um serviço novo toda vez que alguém quer ligar um sistema interno a uma automação.
Com a Skyller
Cadastra o sistema interno pelo endereço dele e, conforme o plano, deixa o próprio sistema chamar a Skyller com uma chave de API.
Rotina da TI
Onde a Skyller entra — e o que segue com você.
Selecione uma rotina para ver os detalhes.
A Skyller faz
Dúvida repetida do time
O runbook e a política são publicados com revisão e respondem no chat com o link, respeitando o que cada pessoa pode ver.
Liberação de acesso à IA por equipe
Cada função de um sistema conectado tem risco, política de aprovação e restrição por grupo; quem não recebeu a função não a enxerga.
Registro e auditoria de uso
A trilha de atividade guarda autor, ação e recurso, com filtros, para os administradores; origem e navegador aparecem em parte dos eventos.
Depende de configuração
Conectar os sistemas da empresa
Conectores do catálogo, conector próprio cadastrado por um administrador e conexão pessoal pelo login de cada um. O uso exige configuração, autenticação quando aplicável e autorização das ações.
Identidade e entrada de pessoas
Login da rede da empresa em modo somente leitura, login único por SAML ou OIDC conforme o plano, contas Google ou Microsoft e verificação em duas etapas.
Segue com a equipe
Monitoramento e chamados
Monitoramento e chamados seguem nas ferramentas da TI. Quando algo acontece, o seu sistema pode chamar a Skyller com uma chave de API, conforme o plano.
Dispositivos e rede
Inventário de máquinas, antivírus, rede e gestão de dispositivos seguem nas ferramentas que a TI já usa.
Prova ao vivo
A mesma pergunta, dois resultados.
Ponto de partida
A TI conecta o sistema de chamados e, na lista de funções desse conector, libera só consultar e comentar chamado, e só para o grupo do suporte.
O que acontece
- Na linha de cada função, a TI define o nível de risco, se ela pede aprovação e quais grupos podem usá-la.
- Ana, do suporte, pergunta no chat o status do chamado 4471 e recebe a resposta. Bruno, do financeiro, faz a mesma pergunta: para ele a função não está disponível, e a Skyller responde com o que sabe pelos documentos.
- Quando Ana pede para encerrar o chamado, uma ação de risco alto, a Skyller abre o cartão com a ação e os parâmetros e espera Aprovar ou Negar. A decisão fica na trilha, com quem decidiu e quando.
Resultado
A permissão é da pessoa, não da frase que ela escreveu, e a TI prova isso depois, no registro, sem depender da memória de ninguém.
Bom saber
- A restrição por grupo só estreita o que o conector já permite; ninguém ganha acesso além dele, e a configuração é de administrador.
- Por padrão, as funções de risco alto e crítico pedem confirmação; a empresa pode exigir mais ou dispensar, e travar a escolha.
- O registro oficial continua no sistema de chamados: a Skyller consulta e age no que a TI liberou.
Empresa, pessoas e chamado fictícios; os recursos são os do produto.
Recursos
O que a TI configura antes de liberar.
Selecione um recurso para ver como funciona.
Três controles em cada função
Na linha de cada função de um sistema conectado: o nível de risco, a política de aprovação (herdar, sempre pedir, nunca pedir) e os grupos que podem usá-la. A restrição por grupo volta a herdar do conector com um clique.
Um sistema interno seu também entra
O catálogo de conectores tem busca por categoria e país, e um sistema interno entra por dois caminhos: o conector da empresa, cadastrado por um administrador, e a conexão pessoal, em que cada pessoa liga a própria conta ou registra um endereço só dela. Nos dois, a conexão é segura e endereços que não deveriam ser alcançados são recusados; a liberação função por função existe no conector da empresa.
Credencial que ninguém lê
As credenciais dos sistemas conectados ficam cifradas. A conexão pessoal só é lida pelo dono: não há atalho de administrador para ver a credencial de um colega.
A identidade é a da empresa
Login da rede corporativa em modo somente leitura, com sincronização periódica; login único por SAML ou OIDC, conforme o plano; contas Google ou Microsoft; e verificação em duas etapas por aplicativo autenticador, que o administrador pode exigir.
Os dois sentidos da integração
De fora para dentro: conforme o plano, o seu sistema chama a Skyller com uma chave de API criada na administração; a automação roda com as permissões de quem criou a chave, e os dados do evento entram como campos da tarefa. De dentro para fora: um administrador cadastra um endereço para receber avisos da Skyller, com verificação e envio de teste. As operações que uma chave pode chamar estão descritas na especificação de integração da plataforma.
Trilha de atividade
Autor, ação e recurso, com filtros por ação, tipo de recurso e pessoa, para os administradores; origem e navegador aparecem em parte dos eventos. Mudança de alcance de ferramenta fica registrada com o antes e o depois.
Agentes prontos da área
Suporte Técnico, Infraestrutura e Segurança da Informação estão entre os agentes prontos; a empresa ajusta instruções, documentos e ferramentas de cada um.
Trilha de atividade
Documentos| Horário | Pessoa | Ação |
|---|---|---|
| 09:42 | Carla | Documento publicado |
Demonstração · dados ilustrativos
Como começar
Do primeiro runbook à primeira função liberada.
Comece pelo que não depende de ninguém: publique o conhecimento que responde sozinho. Depois conecte um sistema, libere o mínimo e só então cresça.
TI
Publica o runbook e as políticas de uso no hub certo, com revisão de uma segunda pessoa; cada pessoa vê só o que a permissão dela permite.
TI
Conecta o primeiro sistema, do catálogo ou pelo endereço de um sistema interno.
TI
Libera só as funções necessárias, define quais pedem aprovação e restringe cada uma aos grupos certos.
Equipe
Usa: pergunta, consulta e, quando autorizada, executa, com a pausa de aprovação onde a TI definiu.
TI
Acompanha pela trilha de atividade e ajusta o que precisar, por função ou por grupo.
Perguntas da TI
O que a TI precisa saber antes de liberar.
Comece pela TI
Publique um runbook. Libere duas funções.
Crie a conta, publique o conhecimento que a equipe mais pergunta e conecte um sistema liberando o mínimo.

